Nas 24 horas recentes, o ex-presidente apresentou restabelecimento da atividade renal e uma evolução parcial nos índices inflamatórios.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi liberado da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e realocado em um leito de cuidados semi-intensivos, em virtude de sua evolução clínica e dos resultados de exames laboratoriais. O avanço foi ratificado por Leandro Echenique, médico cardiologista que supervisiona o caso de perto.
Bolsonaro encontra-se internado no hospital DF Star, localizado na capital federal, desde a última sexta-feira (17), tratando um quadro de infecção pulmonar. No decorrer das últimas 24 horas, o paciente registrou o restabelecimento da função de seus rins, somado a uma redução parcial nas taxas de inflamação, viabilizando a sua transição para a semi-intensiva.
A distinção entre os setores hospitalares reside no grau de severidade e na vigilância exigida. Enquanto a UTI é destinada a doentes em estado crítico e com ameaça à vida, demandando suporte ininterrupto; a unidade semi-intensiva abriga pessoas com quadro estável ou em fase de reabilitação, que precisam de acompanhamento frequente, embora não contínuo.
Nas dependências do centro médico, Jair Bolsonaro continua recebendo terapia à base de antibióticos e passando por sessões de fisioterapia tanto motora quanto respiratória.
Até o momento, não existe uma data estipulada para que Bolsonaro deixe a unidade de saúde. Na última sexta-feira (13), a equipe médica que assiste o ex-presidente calculou que ele deveria seguir hospitalizado por um período mínimo de sete dias – prazo que pode ser ajustado conforme a evolução de seu estado de saúde.

