Léo Áquila contesta legislação que restringe uso de espaços a mulheres biológicas; gestão municipal mantém defesa da norma.
Campo Grande — A prefeita Adriane Lopes voltou ao foco do debate público nacional após se tornar alvo de uma ação movida pelo influenciador Léo Áquila, de São Paulo. O processo contesta a sanção de uma lei municipal que determina o uso exclusivo de banheiros femininos por mulheres biológicas na capital sul-mato-grossense.
A medida expõe o embate crescente entre pautas ativistas de identidade de gênero e gestões de perfil conservador. Defensores da lei, assim como aliados da prefeita, argumentam que a regra visa garantir a privacidade e segurança de mulheres e crianças. A ofensiva judicial também gerou reações entre moradores locais, que criticaram nas redes sociais a interferência de uma figura pública de outro estado nas decisões do município.
A Prefeitura de Campo Grande sustenta a legalidade da legislação, afirmando que sua construção respeita as competências do município. Com o avanço do caso no campo jurídico, o embate promete ampliar as discussões sobre autonomia administrativa e proteção de espaços femininos no país.
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