Levantamento aponta que mais de 28 milhões de pessoas estão no setor; Famasul destaca papel de produtores de Mato Grosso do Sul
O agronegócio brasileiro responde atualmente pela ocupação de um quarto de toda a força de trabalho nacional. Os dados, que revelam a capilaridade econômica e social do campo, apontam que mais de 28 milhões de pessoas atuam em atividades ligadas ao setor no país.
O levantamento é fruto de uma pesquisa conjunta entre o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O volume expressivo reflete o impacto direto do segmento na sustentação do mercado de trabalho e na garantia da segurança alimentar.
Nesta segunda-feira (25), data em que se celebra o Dia do Trabalhador Rural, entidades regionais voltaram as atenções para os profissionais que movimentam a base dessa cadeia. Em Mato Grosso do Sul, o Sistema Famasul e o Senar dedicaram o dia para reconhecer trajetórias reais de quem dedica a rotina à terra.
As campanhas institucionais focam na diversidade de culturas que compõem o estado. A entidade destacou exemplos práticos, como o de João Landim, que acorda cedo para o cultivo diversificado de goiaba, limão, caju e café, e o da dupla Adeildo e Leonil, que encontram na pecuária leiteira o sustento e a vocação.
Mais do que números macroeconômicos, o registro da data reforça o propósito prático de quem atua no campo: produzir, cuidar das propriedades e garantir que o alimento chegue diariamente à mesa dos brasileiros.
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