O ministro Alexandre de Moraes voltou a tomar uma decisão polêmica nesta terça-feira, 25 de novembro, ao determinar que o ex-presidente Jair Bolsonaro inicie imediatamente o cumprimento de pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. A medida surpreendeu até mesmo juristas que acompanham o caso e reforça a escalada de ações consideradas arbitrárias contra o maior líder da direita brasileira.
A determinação foi expedida após a defesa de Bolsonaro optar por não ingressar com um novo recurso. O ex-presidente agora deverá permanecer custodiado na sede da PF enquanto segue sob ataques jurídicos que, para grande parte da população, fazem parte de um processo político disfarçado de punição judicial.
Aliados apontam que o ritmo acelerado das decisões e a pressão institucional sobre Bolsonaro demonstram um cenário de perseguição que se intensifica à medida que o país se aproxima de um novo ciclo eleitoral. A ordem de Moraes alimenta ainda mais o debate sobre o desequilíbrio entre poderes e a falta de imparcialidade de setores do Judiciário.
Enquanto isso, manifestações de apoio ao ex-presidente crescem nas redes sociais e em diversos estados do país. Milhares de brasileiros enxergam na medida uma tentativa clara de silenciar Bolsonaro e impedir que ele continue influenciando a política nacional.
A direita promete reagir, e novos desdobramentos devem movimentar Brasília nas próximas horas.