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Sábado, 16 de maio de 2026

“Bolsonarista até ontem?”: crise entre Romeu Zema, NOVO e PL explode no MS e atinge pré-candidatura de João Henrique Catan ao governo

Mato Grosso do Sul“Bolsonarista até ontem?”: crise entre Romeu Zema, NOVO e PL explode no MS e atinge pré-candidatura de João Henrique Catan ao governo

As declarações do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, contra o senador Flávio Bolsonaro repercutiram de forma extremamente negativa entre lideranças e apoiadores conservadores em diversas regiões do país. O episódio ganhou força após Zema divulgar críticas consideradas precipitadas por setores da própria direita, atingindo diretamente integrantes do PL e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nos bastidores políticos, a avaliação predominante entre apoiadores bolsonaristas é de que o posicionamento do governador mineiro acabou aprofundando divisões dentro do campo conservador em um momento considerado estratégico para a pré-campanha de 2026. Integrantes do próprio NOVO também demonstraram desconforto com a repercussão nacional negativa.

Em Santa Catarina, lideranças ligadas ao PL reagiram publicamente às declarações, classificando o movimento como desnecessário e prejudicial às alianças estaduais. O desgaste se espalhou rapidamente pelas redes sociais e grupos políticos conservadores.

No Mato Grosso do Sul, entretanto, a situação ganhou contornos ainda mais explosivos após a circulação de um print em grupos de WhatsApp ligados ao NOVO/MS. Na mensagem atribuída ao presidente estadual da legenda, Guto Scarpanti, o PL foi chamado de “inimigo”, enquanto o presidente nacional da sigla liberal, Valdemar Costa Neto, foi citado de forma pejorativa como “mensaleiro”.

Reprodução WhatsApp

A repercussão do conteúdo causou indignação entre apoiadores do ex-presidente Bolsonaro no estado, principalmente pelo fato de o NOVO sul-mato-grossense atualmente possuir como pré-candidato ao governo o deputado estadual João Henrique Catan, parlamentar que construiu sua trajetória política se apresentando como aliado do bolsonarismo e defensor das pautas conservadoras.

Nos grupos políticos locais, o entendimento predominante é de que os prints acabaram tornando público um distanciamento que já vinha sendo comentado nos bastidores entre setores do NOVO e lideranças ligadas ao PL. Para muitos apoiadores conservadores, a fala expôs uma ruptura política que até então era tratada apenas internamente.

O episódio também aumentou críticas sobre a dificuldade de unidade dentro da direita brasileira às vésperas das articulações eleitorais de 2026. Enquanto partidos buscam consolidar alianças estaduais e nacionais, declarações públicas e ataques internos passaram a gerar desgaste entre grupos que, até pouco tempo, atuavam em conjunto contra a esquerda.

Até o momento, não houve manifestação pública oficial do diretório nacional do NOVO sobre o conteúdo que circula nos grupos de WhatsApp do Mato Grosso do Sul.
As declarações do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, contra o senador Flávio Bolsonaro repercutiram de forma extremamente negativa entre lideranças e apoiadores conservadores em diversas regiões do país. O episódio ganhou força após Zema divulgar críticas consideradas precipitadas por setores da própria direita, atingindo diretamente integrantes do PL e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Nos bastidores políticos, a avaliação predominante entre apoiadores bolsonaristas é de que o posicionamento do governador mineiro acabou aprofundando divisões dentro do campo conservador em um momento considerado estratégico para a pré-campanha de 2026. Integrantes do próprio NOVO também demonstraram desconforto com a repercussão nacional negativa.

Em Santa Catarina, lideranças ligadas ao PL reagiram publicamente às declarações, classificando o movimento como desnecessário e prejudicial às alianças estaduais. O desgaste se espalhou rapidamente pelas redes sociais e grupos políticos conservadores.

No Mato Grosso do Sul, entretanto, a situação ganhou contornos ainda mais explosivos após a circulação de um print em grupos de WhatsApp ligados ao NOVO/MS. Na mensagem atribuída ao presidente estadual da legenda, Guto Scarpanti, o PL foi chamado de “inimigo”, enquanto o presidente nacional da sigla liberal, Valdemar Costa Neto, foi citado de forma pejorativa como “mensaleiro”.

A repercussão do conteúdo causou indignação entre apoiadores do ex-presidente Bolsonaro no estado, principalmente pelo fato de o NOVO sul-mato-grossense atualmente possuir como pré-candidato ao governo o deputado estadual João Henrique Catan, parlamentar que construiu sua trajetória política se apresentando como aliado do bolsonarismo e defensor das pautas conservadoras.

Nos grupos políticos locais, o entendimento predominante é de que os prints acabaram tornando público um distanciamento que já vinha sendo comentado nos bastidores entre setores do NOVO e lideranças ligadas ao PL. Para muitos apoiadores conservadores, a fala expôs uma ruptura política que até então era tratada apenas internamente.

O episódio também aumentou críticas sobre a dificuldade de unidade dentro da direita brasileira às vésperas das articulações eleitorais de 2026. Enquanto partidos buscam consolidar alianças estaduais e nacionais, declarações públicas e ataques internos passaram a gerar desgaste entre grupos que, até pouco tempo, atuavam em conjunto contra a esquerda.

Até o momento, não houve manifestação pública oficial do diretório nacional do NOVO sobre o conteúdo que circula nos grupos de WhatsApp do Mato Grosso do Sul.

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