A Justiça condenou a jornalista Bárbara Gancia a 3 meses e 30 dias de detenção pelo crime de injúria contra Laurinha Bolsonaro, filha caçula do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A decisão também determina o pagamento de multa equivalente a 10 salários mínimos e uma indenização de R$ 10 mil à família.
A condenação decorre de uma postagem feita por Gancia nas redes sociais, na qual, ao tentar atacar politicamente Bolsonaro, acabou dirigindo palavras ofensivas diretamente à menor de idade. No comentário, a jornalista fez uma comparação preconceituosa e extremamente desrespeitosa envolvendo a aparência da criança — atitude que gerou forte repúdio em todo o país.
O caso ganhou grande repercussão na época, sobretudo entre apoiadores do ex-presidente, que consideraram o ataque um dos episódios mais baixos e cruéis já praticados por figuras públicas ligadas à esquerda. A própria Michelle Bolsonaro respondeu imediatamente nas redes sociais, lembrando que sua filha é uma criança e deveria ser respeitada como tal, afirmando que providências judiciais seriam tomadas — o que, agora, se confirma.
O advogado João Henrique N. de Freitas, que representou judicialmente a família Bolsonaro, destacou que a decisão reforça a necessidade de responsabilização de quem ultrapassa todos os limites ao atacar menores de idade por motivações políticas. Segundo ele, a sentença demonstra que a Justiça não tolera agressões covardes travestidas de “opinião”.
A condenação se torna simbólica em um momento em que grupos de esquerda, frequentemente, pregam “tolerância” e “respeito”, mas não hesitam em difamar e ofender até mesmo crianças quando estas pertencem a famílias conservadoras. O caso de Laurinha expõe exatamente essa contradição.
A decisão judicial envia um recado claro: crianças não são alvo para militância política, e quem ultrapassar essa fronteira criminosa será punido.