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Política

Sem provas no pen drive, Dr. Luiz Ovando diz que há perseguição contra Bolsonaro

Brasília, 21 de julho de 2025 –

O deputado federal Dr. Luiz Ovando (PP‑MS) afirmou hoje que as acusações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores contam com “relatórios frágeis e sem provas concretas”, em especial sobre o conteúdo de um pen drive apreendido em operação recente da Polícia Federal.

Durante pronunciamento, Ovando defendeu que as investigações do Supremo Tribunal Federal (STF) se fundamentam principalmente em suposições e falam em “perseguição política institucionalizada”. Segundo o parlamentar, não há evidência robusta que comprove articulações golpistas ou pressão internacional coordenada. Para ele, o caso se tornou um “teatro jurídico”, no qual o veredito já estaria predeterminado antes da fase probatória.

Ovando ressaltou que a utilização da Justiça como instrumento de punição política vem crescendo no país e criticou a falta de imparcialidade em processos com alta carga partidária. Ele defendeu a anistia ampla para atos de 8 de janeiro, alegando que a judicialização excessiva tem fragilizado a percepção pública da democracia.

“Bolsonaro despertou um sentimento de patriotismo popular”, disse Ovando, e entende que isso gera um esforço institucional para deslegitimar sua base de suporte político. Ele avalia que a pressão legal contra o ex‑presidente olha menos para evidências e mais para controle institucional.

Posição oficial e desdobramentos
• Ovando chamou atenção para a ausência de provas concretas apresentadas até o momento, sobretudo no caso do pen drive apreendido, cujo conteúdo ainda não foi divulgado ou considerado decisivo.
• Ele criticou a operação da PF e o uso de medidas cautelares, classificando-as como etapas de um processo com viés punitivista e seletivo.
• A defesa política busca fortalecer a narrativa de “moralidade seletiva”, apontando que figuras políticas de outras vertentes passaram por situações similares sem responder judicialmente.

Impacto político

A fala de Dr. Luiz Ovando alimenta a linha discursiva de que o aparato institucional estaria voltado contra a ala conservadora do país. Ao enxergar a denúncia como politicamente motivada, parlamentares aliados buscam reforçar mobilizações no Congresso, propostas de anistia e ações jurídicas que contestem decisões judiciais.

A narrativa política adotada por Ovando também pode aprofundar a polarização em torno do STF, elevando o tom do debate entre Executivo, Legislativo e Judiciário, e abrindo espaço para outras iniciativas de contestação legislativa, como a proposta de impeachment de ministros da Corte.

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Dr. Luiz OvandoJair Bolsonaro
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