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Tebet e Soraya: duas faces do mesmo projeto de poder que o MS já aprendeu a rejeitar

O eleitor de Mato Grosso do Sul, conhecido por sua firmeza e valores conservadores, começa a assistir à formação de um novo teatro político que tenta enganar o Estado mais uma vez. Simone Tebet e Soraya Thronicke se movimentam nos bastidores como pré-candidatas ao Senado em 2026, mas carregam o mesmo vício: o da incoerência.

Simone Tebet, que um dia tentou se apresentar como política de centro, já abandonou de vez qualquer neutralidade. Hoje, como ministra de Lula, ela se tornou uma das vozes mais próximas do petismo dentro do governo federal. Circula pelos corredores de Brasília ao lado da esquerda que sempre combateu o agro, atacou a liberdade econômica e desprezou os valores conservadores que sustentam Mato Grosso do Sul. Tebet trocou o diálogo com o produtor rural pelo discurso ideológico do Planalto. E agora, quer voltar a pedir votos no mesmo Estado que rejeita o lulopetismo? O eleitor sul-mato-grossense não é ingênuo.

Soraya Thronicke segue caminho semelhante, mas com um agravante moral. Foi eleita dizendo representar a direita, empunhou o nome de Bolsonaro e se vendeu como defensora dos valores conservadores. No entanto, bastou conquistar o mandato para virar as costas a tudo o que prometeu. Atacou o bolsonarismo, se aproximou de figuras da esquerda e agora tenta vestir o figurino de “nova política”, mas o figurino já está rasgado. Soraya virou a nova garota do PT, bajulando pautas progressistas e posando de independente enquanto negocia nos bastidores com o mesmo sistema que jurou combater.

O eleitor de Mato Grosso do Sul reconhece o padrão. Aqui, a palavra vale mais do que o discurso ensaiado. O Estado que deu recorde de votos à direita não tem paciência com traidores de ocasião. Simone abraçou Lula e o PT por conveniência política; Soraya vendeu o discurso de direita e agora age como aliada de quem destruiu o país.

O resultado é previsível. As duas enfrentam rejeição crescente, tanto nas ruas quanto dentro dos próprios partidos. E isso porque Mato Grosso do Sul não é reduto de oportunismo. É terra de gente que trabalha, acredita no mérito e despreza a velha política de troca de favores.

Em 2026, o eleitor sul-mato-grossense não vai votar em quem fala bonito em Brasília. Vai votar em quem carrega nas mãos o calo do trabalho e a coragem de dizer o que pensa. O MS é conservador por convicção, e aqui não há espaço para quem flerta com o inimigo. Tebet e Soraya podem se agarrar às benesses do poder, mas o povo do Estado já entendeu o jogo: são duas faces do mesmo projeto de poder que o Mato Grosso do Sul aprendeu a rejeitar.

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