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Atualidades

Trump anuncia plano para “consertar” petróleo da Venezuela e classifica operação como a maior desde a 2ª Guerra

Presidente americano promete entrada de gigantes do setor energético para recuperar infraestrutura e acusa regime chavista de ter “roubado” propriedade dos EUA no passado.

Após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro na madrugada deste sábado (3), Donald Trump delineou os próximos passos dos Estados Unidos em relação à economia do país sul-americano. O foco central será a retomada e reestruturação da indústria petrolífera.

Segundo Trump, o objetivo é abrir o setor para as grandes companhias norte-americanas. “Nossas gigantescas companhias petrolíferas, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país”, declarou.

“Roubo de Propriedade”

O presidente dos EUA justificou a intervenção econômica com um revisionismo histórico sobre a soberania do petróleo local. Ele acusou os governos venezuelanos anteriores de terem se apropriado à força de uma indústria que, segundo ele, foi erguida com capital estrangeiro.

“Construímos a indústria petrolífera da Venezuela com talento, empenho e habilidade americanos, e o regime socialista a roubou de nós. Foi um dos maiores roubos de propriedade americana na história do nosso país”, afirmou.

Poderio Militar Esmagador

Além da pauta econômica, Trump exaltou a magnitude da operação militar realizada. Ele classificou a ação conjunta — que envolveu forças aéreas, terrestres e marítimas — como a maior ofensiva dos Estados Unidos em décadas.

“Sob minhas ordens, as Forças Armadas conduziram uma operação militar extraordinária, lançando um ataque espetacular como não se via desde a Segunda Guerra Mundial”, disse o presidente.

Situação Atual

  • Maduro: O líder venezuelano e sua esposa, Cilia Flores, foram retirados do país e estão sob custódia americana, a caminho de Nova York para responder à Justiça.
  • Venezuela: O governo local declarou estado de emergência e afirmou desconhecer o paradeiro de Maduro, cobrando uma prova de vida. Ainda não há um balanço oficial de vítimas.

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