Campo Grande presenciou o fim da trajetória de um criminoso marcado por atos hediondos contra a infância. Ele já havia violentado um bebê de 1 ano, abusado de outra menina e, mais recentemente, atacado uma criança de apenas 6 anos. Mesmo com esse histórico repugnante, seguia em liberdade.
Esse caso escancara a fragilidade das leis brasileiras, que permitem que indivíduos capazes de cometer atrocidades contra crianças tenham a chance de voltar às ruas.
Ontem, em confronto com a polícia, o agressor escolheu o próprio destino: trocou tiros e foi morto. Um desfecho que, para muitos, representa a resposta imediata que a sociedade clamava.
Mais do que nunca, fica o grito: o Brasil precisa de leis duras, rígidas e implacáveis para proteger nossas crianças.