Jerusalém, 13 de outubro de 2025 — Em uma visita histórica a Jerusalém, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi ovacionado no parlamento israelense ao discursar sobre o “Pacto Trump”, novo plano de paz firmado entre Israel e o grupo Hamas, encerrando oficialmente um dos períodos mais longos e violentos do conflito no Oriente Médio.
Durante o pronunciamento, Trump destacou o acordo como um marco histórico e afirmou que o entendimento representa não apenas o fim de uma guerra, mas “o fim de uma era de terror e morte” na região. O discurso foi recebido com aplausos de parlamentares e autoridades locais, que reconheceram o papel de liderança dos Estados Unidos nas negociações que levaram ao cessar-fogo.
Acordo histórico e apoio internacional
O Pacto Trump foi anunciado oficialmente em 8 de outubro, após semanas de intensas negociações mediadas pelos Estados Unidos, com apoio de países como Egito, Catar e Jordânia. O acordo prevê uma série de medidas que buscam garantir estabilidade e reconstrução na Faixa de Gaza, além de segurança duradoura para Israel.
Entre os principais pontos do tratado estão:
• Libertação imediata dos reféns israelenses mantidos pelo Hamas desde 2023.
• Troca de prisioneiros palestinos detidos em Israel.
• Retirada gradual das tropas israelenses para linhas de segurança previamente acordadas.
• Reconstrução da Faixa de Gaza sob supervisão internacional e com financiamento humanitário supervisionado por uma coalizão global.
Monitoramento e garantias de cumprimento
O plano também estabelece a criação de mecanismos internacionais de monitoramento para garantir o cumprimento do cessar-fogo. Forças estrangeiras participarão da fiscalização das fronteiras, evitando novas escaladas de violência e assegurando a integridade dos civis.
Trump reforçou que o pacto é fruto de “diplomacia direta, coragem política e fé na possibilidade da paz”, afirmando que o mundo presencia “um novo começo para o Oriente Médio”.
Repercussão mundial
Governos ocidentais e entidades religiosas elogiaram a mediação norte-americana e o fim das hostilidades, que já haviam deixado milhares de mortos desde o início dos conflitos em 2023. Em Israel, o anúncio foi recebido com manifestações de apoio e emoção nas ruas, simbolizando um novo capítulo de esperança após anos de sofrimento e medo.
O Pacto Trump se consolida como o acordo mais significativo desde os Acordos de Abraão, firmados em 2020, e reforça a presença dos Estados Unidos como principal articulador da paz na região.