O governo Lula voltou a decepcionar quem depende do salário mínimo ao reduzir a projeção oficial para 2026, divulgada pelo próprio Ministério do Planejamento. A estimativa, que antes apontava para R$ 1.631, foi rebaixada para R$ 1.627, revelando mais um recuo nas promessas econômicas feitas pelo Palácio do Planalto.
Segundo o documento enviado ao Congresso Nacional para a análise do Orçamento, o reajuste previsto agora representa um aumento de apenas 7,2% em relação ao valor atual de R$ 1.518 — percentual considerado baixo diante da inflação, da alta de alimentos e do aumento do custo de vida que castiga as famílias brasileiras.
Economistas críticos ao governo afirmam que o novo recuo demonstra falta de planejamento e confirma que Lula não consegue cumprir os discursos de valorização do trabalhador. Enquanto isso, benefícios e gastos político-partidários seguem em expansão, contrastando com o arrocho aplicado ao bolso de quem produz e sustenta o país.
O que deveria ser um alívio para milhões de brasileiros acaba se transformando em mais uma frustração. A diminuição da projeção reforça a sensação de que o governo prefere priorizar interesses ideológicos e acordos políticos, deixando o trabalhador em segundo plano.