O município de Jateí, localizado no interior de Mato Grosso do Sul, foi eleito a melhor cidade para se viver no Brasil, segundo um novo ranking nacional elaborado pelo jornal paranaense Gazeta do Povo. O levantamento avaliou todos os 5.570 municípios brasileiros, utilizando dados atualizados e critérios técnicos.
Com pouco mais de 4 mil habitantes, Jateí é o segundo menor município do Estado, mas alcançou o topo do ranking ao se destacar em diversos indicadores relacionados à qualidade de vida, segurança, educação e desenvolvimento econômico.
Metodologia do ranking
De acordo com a Gazeta do Povo, o estudo foi construído a partir da combinação de 27 indicadores, aplicados de forma proporcional ao porte populacional de cada cidade. Isso significa que municípios pequenos, médios e grandes foram avaliados de maneira justa, respeitando suas realidades demográficas.
A mesma “régua” foi utilizada para todas as cidades do país, garantindo comparabilidade entre os resultados.
Critérios avaliados
Entre os principais fatores considerados no ranking estão:
• Segurança pública
• Nível educacional da população
• Qualidade das escolas
• Arborização e meio ambiente
• Economia local sólida
• Acesso a serviços essenciais
• Opções culturais e qualidade urbana
Segundo o jornal, o ranking de 2025 utilizou os dados mais recentes disponíveis, provenientes de bases oficiais e indicadores públicos, reforçando a confiabilidade do levantamento.
Destaque nacional para Mato Grosso do Sul
O reconhecimento de Jateí coloca Mato Grosso do Sul em evidência no cenário nacional, mostrando que cidades do interior, quando bem administradas e com políticas públicas eficientes, podem oferecer alto padrão de qualidade de vida à população.
O resultado também reforça a tendência de valorização de municípios menores, que conseguem equilibrar desenvolvimento econômico, tranquilidade, segurança e bem-estar social.
Exemplo para o Brasil
A conquista de Jateí demonstra que tamanho populacional não é sinônimo de limitação. Pelo contrário: planejamento, gestão responsável e foco na qualidade de vida podem transformar pequenas cidades em referências nacionais.
O ranking reacende o debate sobre modelos de administração pública eficientes e a importância de políticas locais bem executadas, especialmente em tempos de grandes desafios urbanos enfrentados por metrópoles brasileiras.