Com a previsão de alcançar 4,9 bilhões de litros na safra 2025/2026 — sendo 42,8% derivados do milho —, o setor de bioenergia deve ganhar ainda mais relevância em Mato Grosso do Sul.
O aumento da demanda das usinas tem estimulado os produtores a ampliar a área cultivada de milho segunda safra, que deve atingir 14 milhões de toneladas neste ciclo. Quando parte expressiva dessa produção é destinada ao consumo interno, o estado ganha em estabilidade de preços e competitividade, fortalecendo toda a cadeia produtiva.
Com 19 usinas de cana e 3 de milho em operação, o estado se firma em uma matriz energética diversificada e alinhada à agenda global de descarbonização.
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