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Brasil

Dr. Luiz Ovando lidera debate na Câmara e defende fortalecimento da Clínica Médica no Brasil

Audiência pública reúne especialistas e reforça proposta do parlamentar para reduzir custos, filas e resgatar o raciocínio clínico no sistema de saúde

A Câmara dos Deputados realizou, nesta terça-feira (17), audiência pública na Comissão de Saúde para discutir a valorização da Clínica Médica como eixo estruturante da
assistência no Brasil. A iniciativa foi proposta pelo deputado federal Dr. Luiz Ovando
(PP-MS), que vem liderando o debate sobre a reorientação do modelo assistencial
brasileiro.

“Valorizar o médico clínico é o caminho mais inteligente para reduzir filas, cortar
desperdícios e aliviar a saúde, principalmente nos pequenos municípios. Quando o
clínico atua com autonomia, evitamos encaminhamentos desnecessários,
economizamos recursos públicos e impedimos que o paciente sofra com viagens e
longas esperas. É mais eficiência para o sistema e mais dignidade para quem precisa de
cuidado.”

O encontro reuniu especialistas e representantes de entidades médicas, consolidando
um painel técnico sobre os desafios da área. Também participaram parlamentares,
entre eles o deputado Osmar Terra (PL/RS), médico e ex-ministro, com reconhecida
atuação na área da saúde e das políticas públicas.

Dr. Luiz Ovando tem defendido que a medicina perdeu sua base clínica e passou a operar sob uma lógica excessivamente tecnicista, marcada pela dependência de
exames e pela fragmentação do cuidado, o que encarece o sistema e prejudica o
paciente.
“A saúde foi seduzida pelas máquinas. O que deveria ser complementar passou a ocupar o centro da decisão médica”, afirmou.

Durante o debate, especialistas reforçaram o papel estratégico do médico clínico na
coordenação do cuidado, destacando sua capacidade de integrar diagnósticos, evitar exames desnecessários e racionalizar encaminhamentos, fatores essenciais para reduzir custos e filas no sistema.

Dados técnicos apresentados indicam que sistemas com forte base clínica conseguem resolver até 90% das demandas de saúde sem necessidade de encaminhamento,
evidenciando a importância da atenção estruturada no raciocínio clínico.

Também foram discutidos desafios na formação médica, como a baixa procura por áreas generalistas e o esvaziamento da identidade do clínico, o que impacta
diretamente a eficiência do sistema.

Ao final, Dr. Luiz Ovando reforçou a necessidade de reposicionar o médico clínico como
peça central da saúde no Brasil.
“Não se trata de substituir áreas, mas de reorganizar o sistema com base no essencial.
O clínico não pode ser periférico. Ele é estruturante”, concluiu.

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Dr. Luiz OvandoOsmar TerraPP-MS
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