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Atualidades

STF gasta mais que a Família Real Britânica e escancara o absurdo dos privilégios

Enquanto a população brasileira enfrenta inflação, desemprego e impostos sufocantes, o Supremo Tribunal Federal ostenta um orçamento de R$ 897,6 milhões, superando até mesmo os gastos da Família Real Britânica, que somam R$ 645,1 milhões.

A comparação é escandalosa: de um lado, a monarquia do Reino Unido, com tradição milenar, chefe de Estado, compromissos diplomáticos e 1.133 funcionários. Do outro, um tribunal com apenas 11 ministros e cerca de 1.200 servidores, que consome quase R$ 900 milhões por ano dos cofres públicos.

O STF, que deveria ser símbolo de equilíbrio e respeito às instituições, se transformou em uma corte de privilégios e mordomias, distante da realidade do brasileiro comum. O contraste é gritante: enquanto milhões não têm acesso a saúde, educação e segurança, a elite do Judiciário desfruta de um orçamento que ultrapassa até o da realeza europeia.

Essa comparação derruba qualquer narrativa de austeridade e evidencia como a máquina pública brasileira foi sequestrada por castas que se colocam acima do povo e da própria democracia. O Supremo se comporta como uma corte absolutista, mas sustentada com o suor de quem trabalha e paga impostos no Brasil.

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