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Atualidades

Em Campo Grande Ms manifestação esvaziada por vaidade, briga de egos e até por microfone.

O 7 de setembro em Campo Grande-MS, que deveria ser uma demonstração de força da direita, luta pela anistia e pelo patriotismo terminou com vexame. O que se viu foi um ato esvaziado, com público muito abaixo do esperado e uma cena que escancarou o pior lado da política: ego, vaidade e disputas políticas.

Ruas vazias, vaidades cheias

Enquanto em anos anteriores milhares de pessoas lotavam as avenidas, desta vez a cena foi de ruas sem força popular. Poucos grupos se espalharam pela avenida Afonso Pena, confirmando o desgaste do movimento. O motivo? Os parlamentares e novas lideranças que surgiram agora, em vez de se unirem em torno da causa, preferiram disputar protagonismo.

Briga por espaço no trio

Segundo informações, as discussões dentro da própria organização chegaram ao ponto de decidir quem poderia subir no trio elétrico e falar ao microfone. Uma disputa que parece saída de um teatro amador, mas que teve consequências graves: gerou desconforto entre os ativistas, afastou lideranças e fez até mesmo políticos repensarem a participação no evento.

Ativistas raiz se afastam

Os ativistas raiz, aqueles que sempre foram a força que colocava milhares nas ruas, simplesmente não apareceram. Desiludidos com os rumos da direita no Mato Grosso do Sul, eles se afastaram por não aceitar a transformação das manifestações em palco para vaidade parlamentar. A ausência deles foi o maior símbolo do fracasso.

Paulista lotada, Campo Grande esvaziada

O contraste ficou ainda mais evidente quando se compara a cena em Campo Grande com o que ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo, onde uma verdadeira multidão tomou conta das ruas, demonstrando força e unidade. Enquanto o maior palco das manifestações no país lotava, a capital sul-mato-grossense amargava um esvaziamento constrangedor, revelando o tamanho da crise de representatividade da direita local.

A direita do MS em crise

O resultado final não poderia ser outro: um ato esvaziado, marcado mais pela briga de egos do que pela defesa da liberdade. Enquanto políticos disputam espaço em cima de um trio, a base se esfarela e o movimento perde credibilidade. A direita sul-mato-grossense precisa escolher se quer ser uma força de transformação ou apenas um circo de vaidades.

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