O Senado Federal confirmou a demissão do historiador Peninha, que ocupava cargo de assessor, após forte repercussão de declarações em que ele teria celebrado publicamente a morte do ativista conservador norte-americano Charlie Kirk.
As falas de Peninha foram consideradas inadequadas e incompatíveis com a função pública, gerando imediata reação negativa de parlamentares e da opinião pública. A decisão pela exoneração foi tomada como medida para preservar a imagem institucional do Senado.
Charlie Kirk, figura conhecida do movimento conservador nos Estados Unidos, faleceu recentemente em circunstâncias que tiveram ampla cobertura internacional. As declarações de Peninha ganharam repercussão nas redes sociais e ampliaram a pressão política por sua saída.
Com a demissão, o episódio reforça o debate sobre a responsabilidade de agentes públicos em suas manifestações, especialmente quando ocupam cargos vinculados a instituições do Estado.