O feriado de 15 de Novembro revelou mais uma cena do desgaste e da falta de força da esquerda em Campo Grande. Nem 30 pessoas apareceram em ônibus fretado no protesto improvisado realizado em frente ao Paço Municipal — a maioria delas ligada diretamente a partidos de oposição e a gabinetes de parlamentares de esquerda, inclusive assessores do deputado estadual Pedro Trad (Pedrossian Neto).
Para completar o fiasco, os manifestantes chegaram ao local em ônibus fretado, mas nem assim conseguiram formar a “massa de manobra” que costumam mobilizar. A ausência do público manipulado tornou o ato ainda mais vexatório. Bastou começar a chover para que o grupo dispersasse rapidamente. O protesto durou cerca de 40 minutos e terminou sem repercussão.
O alvo, como sempre, foi a prefeita Adriane Lopes, cuja postura cristã, firme e sensível às causas sociais incomoda profundamente a esquerda local, que não aceita ver uma mulher cristã administrando a cidade com responsabilidade, diálogo e resultados práticos.
Manipulação política e pautas já resolvidas
Entre os presentes, estavam convocados da Escola Agrícola Arnaldo, reclamando de uma questão que a própria prefeita já resolveu. Hoje, o município custeia o ensino médio — algo que deveria ser responsabilidade do Estado. O novo modelo vai seguir o mesmo formato da Escola Barão do Rio Branco: o município segue oferecendo o ensino fundamental, enquanto o Estado entra como parceiro para assumir o ensino médio.
Nada muda para as crianças. O transporte continua garantido por ser uma escola rural. A única diferença é que a gestão do ensino médio passa legalmente ao Estado, exatamente como determina a lei. Ou seja, nenhum impacto aos alunos — apenas uma adequação necessária. Mesmo assim, a oposição tentou transformar uma reorganização técnica em palanque político.
Mães atípicas: pauta instrumentalizada pela oposição
Outro ponto explorado politicamente foi o das mães atípicas. Mas, novamente, a narrativa esquerdista ignora que Adriane Lopes já criou uma comissão específica na Sesau para atender exclusivamente essas famílias, demonstrando sensibilidade, respeito e compromisso com a causa. A prefeita já se colocou à disposição para solucionar todas as reivindicações e avançar nas políticas públicas necessárias.
A verdade que a esquerda tenta esconder
A manifestação foi mais um episódio de politicagem pura, articulado por grupos que se recusam a aceitar que o município está se organizando depois de anos em mãos erradas, com diálogo aberto e ações concretas.
Com pouca adesão, ausência da população real e presença majoritária de militantes e assessores, o ato terminou como começou: pequeno, fraco e perdido, refletindo exatamente o momento da esquerda em Campo Grande.
A chuva apenas acelerou o fim de um protesto que já nasceu sem força.

